PESQUISA
CONCLUIDO
Coordenador
2008 — 2011
RELAÇÕES DE GÊNERO E PERCEPÇÃO DE VULNERABILIDADE FEMININA AO HIV/AIDS
Considerando os fenômenos de feminização e pauperização da epidemia de aids, discute-se os elementos que compõem a vulnerabilidade feminina às DSTs e ao HIV. O projeto baseia-se nas determinações de gênero sobre os processos de adoecimento e exclusão social e simbólica que as mulheres vivenciam, principalmente nos grupos sociais moradores de periferia e em situãção de pobreza. A partir de uma abordagem qualitativa de pesquisa, ancorada no conceito de representação social, este projeto tem como objetivo geral investigar a influência das relações de gênero na percepção da vulnerabilidade feminina ao HIV/Aids em mulheres portadoras e não portadoras do vírus; e como objetivos específicos: investigar fatores que influenciam na vulnerabilidade feminina ao HIV/Aids; investigar a percepção de risco e representações sobre a Aids; influências das relações de gênero no (a) conhecimento e práticas sobre saúde e relações afetivo-sexuais.
PESQUISA
CONCLUIDO
Coordenador
2007 — 2012
Atenção psicossocial na estratégia da saúde da família (ESF)
Compreende-se o processo saúde-doença como fenômeno biopsicossocial e cultural, buscando repensar a prática psicológica em contextos comunitários e institucionais apresentando instrumentos, métodos e técnicas trabalhados pela Psicologia da Saúde, Análise Institucional e Saúde Coletiva, a partir da investigação sobre a atuação do psicólogo em equipe multiprofissional no contexto da atenção básica. Pretende-se realizar levantamento de ações e serviços de promoção, prevenção, assistência e educação em saúde em USFs de São Carlos, construindo campos de pesquisa e intervenção.
Financiador(es): Ministério da Saúde
PESQUISA
EM ANDAMENTO
Coordenador
2007 — 2009
Representações sobre gestação e maternidade no contexto do HIV/Aids
O processo de feminização da epidemia de HIV/Aids aponta algumas conseqüências relevantes para as questões de saúde pública e qualidade de vida: a transmissão do HIV da mãe para o feto ou bebê, definida como transmissão vertical (TV); a possibilidade de orfandade precoce de crianças filhas de pais portadores; vivências de estigma e isolamento social, trazendo para a discussão nos serviços de saúde questões clínicas, éticas e psicológicas relativas à paternidade e maternidade no contexto do HIV/AIDS. Os objetivos do estudo são investigar as representações sobre gravidez e maternidade no contexto da infecção pelo HIV, a relação com o serviço de saúde e o tratamento recebido. A metodologia da pesquisa empregada pauta-se nos referenciais da Psicologia Social Crítica e Saúde Coletiva, tomando como proposta de investigação e análise o conceito de representação social. Como estratégias de investigação empírica trabalhamos com observação participante da rotina do serviço de saúde, entrevista semi-estruturada como forma de investigação descritiva e analítica, favorecendo informações sobre as interações entre os sujeitos e os elementos que compõem o processo de construção e transformação das representações sociais. Participaram do trabalho 08 mães portadoras do HIV acompanhadas pelo Programa Municipal de DST/AIDS da cidade de São Carlos, além da equipe de profissionais, como fonte complementar de dados.
Financiador(es): Universidade Federal de São Carlos
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2009 — 2011
Formação profissional e atuação do psicológo em saúde coletiva
Considerando que a Psicologia Social Crítica constitui contribuição importante para o campo da Saúde Coletiva, propomos discutir os viéses, limites e alcances da formação do psicólogo no Brasil para atuar na área da Saúde. A psicologia tem vivido importantes momentos de transição; questionamentos em relação à hegemonia do modelo clássico de intervenção clínica para o que é denominado clínica ampliada, desenvolvimento de novos contextos de atuação (empresas, unidades básicas de saúde, ONGs, cooperativas, gestão de políticas públicas), que se apresentam como desafios teóricos e metodológicos. Ressalta-se aqui que os diferentes contextos não garantem a postura de trabalho, o modelo de intervenção e os pressupostos teórico-metodológicos adequados. Observamos em estudos e na nossa prática docente que existe uma transposição direta de olhar e técnicas de intervenção de um contexto para outro, sem os devidos questionamentos, por exemplo, da clínica psicoterápica para unidades básicas de saúde ou hospitais gerais, de práticas de psicodiagnóstico para programas de atenção básica junto às equipes de saúde da família, gerando conflitos nas delimitações entre saúde e saúde mental, falta de clareza do papel do psicólogo nas instituições e equipes de trabalho; nós críticos que a Psicologia e a Saúde Coletiva devem cuidar e produzir respostas. O psicólogo tem sido visto como um profissional do cuidado, mas uma concepção de cuidado do ponto de vista estritamente clínico, psicopatológico. Muitos profissionais ao iniciarem estudos e intervenções no campo da saúde coletiva reproduzem olhares marcados por teorias essencialistas em relação ao modelo de família, de mulher, de sexualidade, representações sobre dor, psiquismo, corpo; tendo como conseqüência entraves no trabalho institucional e no direcionamento de planos de intervenção e políticas macrossociais. Alguns impasses na assistência pública à comunidade são produzidos a partir de uma visão dicotomizada da relação indivíduo/coleti
PESQUISA
EM ANDAMENTO
Coordenador
2008 — Atual
Formação, educação e assistência no SUS. Interfaces com a Psicologia
Compreende-se o processo saúde-doença como fenômeno biopsicossocial e cultural, buscando repensar a prática psicológica em contextos comunitários e institucionais apresentando instrumentos, métodos e técnicas trabalhados pela Psicologia da Saúde, Análise Institucional e Saúde Coletiva, a partir da investigação sobre a atuação do psicólogo em equipe multiprofissional no contexto da atenção básica. Pretende-se realizar levantamento de ações e serviços de promoção, prevenção, assistência e educação em saúde em USFs de São Carlos, construindo campos de pesquisa e intervenção.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2010 — 2010
VIII Semana de Psicologia - As Psicologias e seus campos de saberes
O Centro Acadêmico de Psicologia, do Curso de Graduação em Psicologia da Universidade Federal de São Carlos, pretende neste projeto apresentar um plano geral para a realização da VIII Semana de Psicologia ? "Os diversos campos de atuação do psicólogo".
Tendo em vista a crescente importância dos temas correlatos à psicologia e a sua diversidade, essa semana busca expandir e promover debates acerca destes, junto aos alunos da graduação de psicologia. Esta semana tem por objetivo explorar e ampliar o debate sobre o conhecimento e a atuação do profissional em psicologia.
Para isto, serão promovidas palestras, mesas redondas, mini-cursos, oficinas e eventos culturais no campus de São Carlos da Universidade Federal de São Carlos, criando assim, um espaço necessário para aprofundamento da discussão das reflexões e atuações em psicologia.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2010 — 2011
Atenção Psicossocial e Educação em Saúde à comunidade indígena que convive com portadores de necessidades especiais e transtornos mentais
Busca-se com a atividade oferecer apoio Técnico e Científico a Professores Indígenas, Profissionais de Saúde Indígena, Pais e Familiares de Deficientes da Comunidade Xukuru do Ororubá do Município de Pesqueira - PE.
O cuidado com a educação e a saúde de portadores de deficiências físicas e mentais é um direito de afirmação democrática que visa à inclusão de indivíduos com necessidades especiais em salas de aulas normais; no contexto escolar indígena essa questão se torna delicada, pois existem apenas raros estudos sobre levantamentos das condições de alunos especiais em comunidades indígenas, bem como grande escassez de conhecimento, tratamento e técnicas adequadas para se diagnosticar e trabalhar com essa população.Dessa forma, o presente projeto pretende desenvolver oficinas de conscientização e capacitação sobre a temática de educação especial, inclusão escolar, inclusão social e saúde mental voltadas a professores indígenas, familiares de portadores de deficiências, profissionais de saúde indígena e pessoas da comunidade com interesse no tema.Serão desenvolvidas técnicas metodológicas de intervenção educacional, dicas de cuidados com o deficiente, conscientização visando diminuir estigmas e pré-conceitos a respeito da pessoa com deficiência.Também serão relacionados conhecimento e conscientização de educação em saúde e sobre políticas assistenciais já existentes voltadas a essa população, com foco específico no direito à educação no ensino regular, tendo como alvo a formação de professores e profissionais de saúde indígena aptos à lidar com as questões de educação e saúde desses alunos e também propiciar suporte e técnicas de manejo aos pais, cuidadores e familiares dos mesmos.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2008 — 2008
Atenção Psicossocial a Portadores do HIV/Aids
A AIDS é um fenômeno biopsicossocial que deve ser compreendido a partir de uma visão ampliada de saúde implicando em ações interdisciplinares. Desta forma, o projeto pretende desenvolver ações de cuidado a portadores de HIV/AIDS em parceria com o ambulatório de DST/AIDS de São Carlos. As ações previstas são: acolhimento de novos casos, caracterização de pacientes que recebem auxílio, grupo de revelação diagnóstica com pais/cuidadores e crianças, suporte psicológico, oficinas de acolhimento para a equipe e ações de prevenção direcionadas aos alunos da UFSCar. A metodologia de trabalho pauta-se nos princípios do SUS e conceitos da Psicologia Social e da Saúde Coletiva.
Publico Alvo:
Portadores de HIV (adultos e crianças) que estejam em atendimento no ambulatório de HIV/Aids localizado no Centro de Especialidades Médicas (CEME) de São Carlos; familiares de portadores do HIV (pais, irmãos, filhos, parceiros sexuais); equipe multiprofissional do ambulatório; alunos da UFSCar.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2008 — 2008
Atenção psicossocial em Unidade de Saúde da Família (USF)
Compreende-se o processo saúde-doença como fenômeno biopsicossocial e cultural, buscando repensar a prática psicológica em contextos comunitários e institucionais apresentando instrumentos, métodos e técnicas trabalhados pela Psicologia Social e Saúde Coletiva, a partir da atuação do psicólogo em equipe multiprofissional, buscando a construção da interdisciplinaridade. Pretende-se realizar levantamento de ações e serviços de promoção, prevenção, assistência e educação em saúde em 3 USFs de São Carlos, juntamente com residentes de Psicologia da Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade - UFSCar; construindo campos de intervenção.
Publico Alvo:
usuários das Unidades de Saúde da Família (USF), e equipe de profissionais da USF: equipe de referência e equipe matricial.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2009 — 2017
Atenção Psicossocial a Portadores do HIV/Aids
Temos como base o referencial teórico metodológico da Psicologia Socio-Histórica, mais especificamente da Psicologia da Saúde, dialogando com conceitos da Saúde Coletiva. Desta forma, considera-se o processo de saúde-doença como fenômeno biopsicossocial e cultural, pensando a saúde em sentido ampliado, buscando privilegiar ações de prevenção e promoção.
Tanto na literatura, quanto em nosso grupo de trabalho, sente-se a necessidade de repensar a prática psicológica em contextos comunitários e institucionais, apresentando instrumentos, métodos e técnicas das abordagens acima citadas. Discute-se a necessidade da construção do diagnóstico institucional enfocando a necessidade de compreensão e análise do contexto onde serão desenvolvidas as práticas, bem como o conhecimento da população alvo, suas dificuldades, valores, preferências e práticas. Destaca-se o papel da Psicologia em relação aos diferentes níveis de atenção na saúde pública, enfocando-se os princípios norteadores do Sistema Único de Saúde (SUS). Apresentam-se as possibilidades de atuação do psicólogo em equipe multiprofissional, buscando-se a construção da interdisciplinaridade.
Em São Carlos, o SUS oferece assistência nos três níveis de atenção à saúde, sendo que o projeto estará inserido no nível secundário, mais especificamente no ambulatório de DST/AIDS lotado no Centro de Especialidades Médicas (CEME).
O ambulatório de DST/AIDS foi criado em 2001, atendendo não só casos de DST e AIDS como também casos de tuberculose e hepatite. A equipe é composta por médicos, auxiliares de enfermagem, enfermeiras, nutricionista, assistente social e psicóloga. O ambulatório oferece assitência a portadores de DST e HIV/AIDS, testes de diagnósticos, acolhimento e aconselhamento, reuniões clínicas e reuniões de organização do trabalho (vinculadas a três grupos de trabalhos internos: acolhimento, sistema de informação e protocolo).
Compreende-se que a AIDS é disseminada através de práticas socialmente de
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2009 — 2009
Atenção psicossocial em Unidade de Saúde da Família (USF)
Temos como base o referencial teórico-metodológico da Psicologia Sócio-histórica, mais especificamente da Psicologia Social da Saúde em diálogo com a Saúde Coletiva. Compreendemos o processo saúde-doença como fenômeno biopsicossocial e cultural, buscando repensar a prática psicológica em contextos comunitários e institucionais apresentando instrumentos, métodos e técnicas trabalhados pelas abordagens citadas.
Trabalha-se com o conceito ampliado de saúde, definido como resultado dos modos de organização social da produção no contexto histórico de uma sociedade, exigindo a formulação e a implementação de uma política que invista na melhoria da qualidade de vida de sujeitos e coletividades, garantindo-lhes a saúde como direito de cidadania e como recurso fundamental para a vida diária.
Tanto na literatura como em no grupo de trabalho em questão, discute-se a necessidade da construção do diagnóstico institucional enfocando a necessidade de compreensão e análise do contexto onde serão desenvolvidas as atividades, bem como o conhecimento da população alvo, suas dificuldades, valores, preferências e práticas. Destaca-se o papel da Psicologia em relação aos diferentes níveis de atenção na saúde pública, enfocando os princípios norteadores do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente a atuação em equipe multiprofissional, buscando a construção da interdisciplinaridade.
Na cidade de São Carlos a Estratégia de Saúde da Família (ESF) está organizada atualmente em 11 USFs, que funcionam a partir de duas organizações: equipes de referência e apoio matricial - arranjos organizacionais com características de transversalidade. A equipe de referência responsabiliza-se pelas famílias cadastradas no território, estabelece o vínculo terapêutico e de integralidade na atenção à saúde, são responsáveis pela atenção integral do usuário, elaborando projetos terapêuticos e buscando outros recursos no apoio matricial, quando necessário. Tem a responsabilidade principal pela con
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2013 — 2013
Integralidade e Cuidado: contribuições para formação e atuação no campo da saúde
Considerando o cenário da Rede Escola de Cuidados em Saúde formado pela parceria da universidade (UFSCar) com a gestão municipal de saúde, entendemos ser de grande relevância o fomento de espaços de fortalecimento da produção e circulação de saberes interdisciplinares no campo da saúde, bem como espaços de reflexão a partir das diversas práticas em saúde realizadas pela UFSCar em conjunto com os equipamentos de saúde do município de São Carlos. Neste sentido, propomos este evento de extensão como um destes espaços potentes de exercício da práxis em saúde. O objetivo é otimizar esforços na direção de um fortalecimento teórico-epistemológico acerca dos conceitos de Integralidade e Cuidado, buscando assim problematizar as atuais balizas que sustentam a formação e as práticas dos profissionais da saúde.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2013 — 2017
Gestão da Clínica no SUS: educação permanente de profissionais de saúde
Considerando-se o desenvolvimento permanente do Sistema Único de Saúde - SUS, a atividade de extensão de Educação Permanente em Gestão da Clínica no SUS tem por objetivo geral a ampliação da eficiência operacional e da racionalização de custos nas redes de saúde do SUS, com vistas à melhoria da qualidade do cuidado à saúde das pessoas por meio da incorporação de avanços tecnológico-científicos das áreas de gestão, de cuidado e de educação na saúde.
O objetivo específico está voltado à educação permanente de profissionais de saúde visando a incorporação e o desenvolvimento da gestão da clínica nos serviços de saúde do SUS, participantes dessa iniciativa educacional.
O percurso metodológico inclui ações de: (i) autoria na elaboração de material didático pedagógico para a capacitação de gestores e profissionais de saúde; (ii) educação permanente de profissionais do setor saúde para a utilização de tecnologias de gestão da clínica; (iii) avaliação de processos, produtos e resultados; (iv) divulgação da avaliação.
A facilitação de processos de educação permanente envolve atividades educacionais com os profissionais de saúde participantes. São empregadas metodologias ativas de ensino-aprendizagem e avaliação formativa e orientada por competência, tanto em encontros presenciais como de educação a distância ? EAD. Os participantes produzem, ao final da capacitação, trabalhos de conclusão e projetos aplicativos, com foco na gestão da clínica, para os serviços do SUS nos quais estão inseridos.
PESQUISA
CONCLUIDO
Coordenador
2013 — 2019
Integralidade e Cuidado em Saúde
A linha de pesquisa enfatiza a centralidade do cuidado na pessoa e/ou na coletividade, na integralidade da atenção e na busca permanente de avanços na direção de agir sobre os determinantes sociais em saúde. São enfatizados dois eixos de investigação: 1. Necessidades de Saúde: tendo como interface a interação profissional-sujeito/articulação dos serviços e profissionais. Diz respeito à qualidade e natureza da escuta, acolhimento e resposta às demandas de atenção à saúde e a integralidade
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2015 — 2020
Cuidado psicossocial na Atenção Primária em Saúde
Compreende-se o processo saúde-doença como fenômeno biopsicossocial e cultural, buscando repensar a prática do cuidado em saúde em contextos comunitários e institucionais apresentando instrumentos, métodos e técnicas trabalhados pela Saúde Coletiva, a partir da atuação de alunos de graduação em PSICOLOGIA da UFSCar na atenção primária em saúde e em equipe multiprofissional, buscando fortalecer a formação interdisciplinar e as competências para atuação na APS. Pretende-se desenvolver ações e serviços de promoção, prevenção de saúde, assistência psicossocial e educação em saúde em duas unidades de saúde da família da cidade de São Carlos. As atividades deverão focar-se tanto nas famílias e pesssoas atendidas pelas USFs quanto na equipe de saúde da unidade, neste sentido iremos atuar sobre a dimensão do Cuidado Psicossocial em Saúde e também na dimensão da Educação Permanente e apoio institucional.
OUTRA
EM ANDAMENTO
Coordenador
2017 — Atual
I CONGRESSO REGIONAL EM SAÚDE MENTAL COMUNITÁRIA
TRATA-SE DE UM PROJETO SUBMETIDO AO CNPQ A PARTIR DO EDITAL ARC no.01/2017 L2,PARA EVENTOS DE ABRANGÊNCIA REGIONAL.
ESTA PROPOSTA -VISA REALIZAR O RESGATE HISTÓRICO DA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL LOCO-REGIONAL; CONHECER AS EXPERIÊNCIAS LOCAIS EM ATENÇÃO PSICOSSOCIAL NA REDE E NA UNIVERSIDADE; E FIRMAR COMPROMISSOS COMUNS ENTRE OS ATORES SOCIAIS ENVOLVIDOS.
SOU A COORDENADORA DO EVENTO, E JUNTO COM A EQUIPE DE COLABORADORES RESPONDO PELO DESENHO DA PROPOSTA, E FUTURAS ATIVIDADES DE DIVULGAÇÃO E EXECUÇÃO DO EVENTO, A OCORRER NOS DIAS 17 E 18 DE MAIO DE 2018..
EXTENSAO
CONCLUIDO
2016 — 2020
Integração RAPS e Saúde Mental da UFSCar
A integração ensino-serviço pode trazer benefícios a todos os envolvidos (universidade, usuários e equipe do SUS). Esta atividade visa integrar o corpo discente e docente de saúde mental dos diversos departamentos da UFSCar com as equipes da rede de atenção psicossocial (RAPS) de São Carlos. Tem como objetivo a formação e ativação da RAPS de São Carlos e a integração ensino-serviço. Partiremos de três referenciais teórico-metodológicos: A Educação Permanente em Saúde, a Análise institucional e a Metodologia Ativa de ensino-aprendizagem. Será constituída por 3 fases: Fase 1 acolhimento e escuta das demandas das equipes dos CAPS, Fase 2 ativação de redes e Fase 3 proposta de intervenção.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2014 — 2015
Cuidado interdisciplinar na Atenção Primária em Saúde
Compreende-se o processo saúde-doença como fenômeno biopsicossocial e cultural, buscando repensar a prática do cuidado em saúde em contextos comunitários e institucionais apresentando instrumentos, métodos e técnicas trabalhados pela Saúde Coletiva, a partir da atuação de alunos de graduação dos cursos da saúde da UFSCar em equipe multiprofissional, buscando fortalecer a formação interdisciplinar e as competências para atuação na APS. Pretende-se desenvolver ações e serviços de promoção, prevenção, assistência e educação em saúde em duas unidades de saúde da família da cidade de São Carlos.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2016 — 2018
Atenção Psicossocial a Portadores do HIV/Aids, familiares e profissionais de saúde
AIDS é um fenômeno biopsicossocial que deve ser compreendido a partir de uma visão ampliada de saúde implicando em ações interdisciplinares. Desta forma, o projeto pretende desenvolver ações de cuidado a portadores de HIV/AIDS em parceria com o ambulatório de DST/AIDS de São Carlos. As ações previstas são: acolhimento de novos casos diagnosticados, acompanhamento de realização de pré teste; reazliação de avaliação psicossocial e de saúde mental, suporte psicológico, oficinas de Educação Permanente com a equipe profissional e ações de prevenção ao HIV direcionadas aos alunos da UFSCar e à comunidade externa; ações de promoção de saúde sexual a adolescentes em parceria com a Diretoria Regional de Ensino. A metodologia de trabalho pauta-se nos princípios do SUS e conceitos da Psicologia Social e da Saúde Coletiva.
Publico Alvo:
Portadores de HIV que estejam em atendimento no Centro de Infecções Cronicas (CAIC) de São Carlos; familiares de portadores do HIV (pais, irmãos, filhos, parceiros sexuais); equipe multiprofissional do ambulatório; profissionais de saúde que ateuem na atenção básica; professores de escolas públicas; alunos de escolas públicas do ensino médio; alunos da UFSCar.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2017 — 2019
Vida universitária e saúde mental
A reforma psiquiátrica brasileira tinha como primeira missão acabar com os manicômios e todas as instituições que possuíssem caráter manicomial e criar uma rede substitutiva de cuidados. Os primeiros equipamentos da reforma foram, portanto, sobretudo voltados ao público psicótico. Entretanto, com o seu avançar, as demais demandas em saúde mental foram necessitando de programas específicos de cuidado, inclusive tendo em conta os distintos públicos especialmente vulneráveis. Nas universidades, os principais marcos legais que atingem seus públicos geram o SIASS ? Sistema Integrado de Atenção à Saú¬de do Servidor e o PNAES - Programa Nacional de Assistência Estudantil, e, portanto, impulsionam a criação das políticas públicas locais. Este programa busca reunir, organizar e criar projetos que componham a política pública de saúde mental da UFSCAR, para servidores e alunos.
Tipo de atividades a serem realizadas:
ACIEPE
Consultoria / Assessoria
Consultoria/Assessoria, Pesquisa Encomendada ou outros
Curso
Aperfeiçoamento, Atualização, Iniciação, Treinamento e qualificação profissional
Evento
Congresso, Mesa-Redonda/Palestras, Seminário/Encontro
Projeto
Publicações e Produtos
Artigos, Capítulo de livro, Comunicação (Resumos), Manual, Relatório técnico
EXTENSAO
CONCLUIDO
2019 — 2021
PROJETO EDUCAÇÃO PELO TRABALHO - PET SAÚDE INTERPROFISSIONALIDADE
- A reorientação da formação e das práticas a partir da interprofissionalidade efetiva-se enquanto investimento que se contrapõe a processos formativos em saúde que reforcem silos profissionais, não valorem a colaboração entre profissões, e entre profissionais e aqueles que irão ser cuidados (indivíduo, famílias, coletividades). Mudanças na formação e nas práticas de saúde efetivam-se enquanto compromisso com a qualidade da atenção e acolhimento das necessidades dos usuários, famílias e comunidades, com vistas à garantia do direito à saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da integralidade, equidade, ampliação de espaços democráticos e da justiça social.- A aproximação entre ensino e trabalho a partir de vivencias de planejamento do cuidado e educação em serviço permite troca de conhecimentos, sensibilização e sentido para a interprofissionalidade na produção do cuidado. A participação de professores, estudantes e trabalhadores de saúde nessa proposta propicia vivência de ações de investigação e de intervenção orientadas às necessidades sociais e de saúde da população.- O município de São Carlos e a Universidade Federal de São Carlos tem buscado ativamente a qualificação da formação e da atenção à saúde, haja vista o histórico de parcerias e apostas nas políticas indutoras do Ministério da Saúde e Educação, a exemplo da Residência Multiprofissional e Médica, além de várias participações em edições do Programa de Educação pelo Trabalho- PET. No contexto atual, essa parceria se reforça pela construção do COAPES regional, integrando-se com o município de São Carlos e a região da DRSIII Araraquara, com vistas à construção do COAPES local. Soma-se a isto a existência de ações articuladas entre Universidade de Secretaria Municipal de Saúde (SMS), sobretudo no âmbito das redes: Rede Cegonha, Rede de Atenção Psicossocial e Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.- A UFSCar está estruturada de forma departamental, mas por meio do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde tem havido um movimento de integrar os departamentos e os cursos através da constituição de um Grupo de Trabalho Interdisciplinar criado em 2015. Esse grupo busca estratégias de articulação da formação em saúde e realizou a análise dos Projetos Pedagógicos de Curso da Saúde, nos quais identificaram-se potentes espaços de construção de competências comuns nos componentes curriculares relacionados ao campo da saúde coletiva. Paralelamente, o curso de Psicologia, embora pertencente a outro centro (Centro de Educação e Ciências Humanas), tem se aproximado da temática e participado ativamente das discussões.- A discussão e formação da interprofissionalidade a partir de redes de atenção prioritárias ao município favorece a identificação das necessidades de saúde dos indivíduos e comunidade e subsidia a gestão municipal e a universidade na proposição de políticas públicas e ações de relevância sócio-epidemiológica.- O projeto facilita e fortalece o vínculo entre os atores e solidifica a articulação entre ensino-serviço-comunidade, além de promover a implementação e o fortalecimento dos currículos com espaços formativos integrados, qualificação da rede e o cuidado integral individual e coletivo.As atividades interprofissionais envolverão ensino, pesquisa e extensão e contemplarão conteúdos da EIP, colaboração interprofissional em saúde, trabalho em equipe, competências colaborativas comuns e específicas, intersetorialidade, cuidado centrado no usuário, integralidade da atenção e Educação Permanente em Saúde (EPS). As estratégias para a integração ensino-serviço-comunidade e para a criação destes espaços de formação interprofissionais ocorrerão de modo articulado entre a gestão municipal de saúde, coordenações de curso, núcleos docentes estruturantes, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH),
Financiador(es): Ministério da Saúde
PESQUISA
EM ANDAMENTO
Coordenador
2017 — Atual
Interfaces entre Psicologia Social e Saúde Coletiva
Apresenta-se uma investigação e discussão do processo saúde-doença como fenômeno psicossocial, buscando repensar o saber-fazer psicológico em contextos comunitários e institucionais apresentando instrumentos, métodos e técnicas que vêm sendo constituídas pela Psicologia Social. Tomamos como centrais os conceitos de Cuidado em Saúde, Linguagem, Saúde Mental, Processos de Adoecimento, Vulnerabilidade e Intersubjetividade. Destaca-se o papel da Psicologia em diálogo com a Saúde Coletiva no intuito de produzir investigações sobre os determinantes psicossociais dos processos saúde - doença, investigar a dimensão da saúde mental nestes processos, investigar a relação entre formação psi e atuação no SUS, investigar o alcance e limite das práticas interdisciplinares,
EXTENSAO
CONCLUIDO
2020 — 2021
Saúde Mental em Ação e a pandemia COVID-19
Esse programa de extensão tem como objetivo a construção de um conjunto de ações universitárias para dar subsídios aos profissionais de saúde e da população em geral para o enfrentamento da crise do Covid-19 e seus efeitos psicossociais. Para isso, a partir da metodologia de produção de grupos de trabalho, serão produzidas ações interprofissionais de (a)comunicação, (b) pesquisa e (c) cuidado em saúde mental, com ênfase na instrumentalização técnica-científica-social de profissionais e na construção de ações concretas que reduzam os efeitos psíquicos da pandemia junto à comunidade universitária e público em geral.
EXTENSAO
CONCLUIDO
2020 — 2022
INFORMASUS UFSCAR
O InformaSUS-UFSCar surgiu em 15 de março de 2020 a partir do esforço coletivo entre docentes, técnicos e alunos da UFSCar, mobilizados após a criação do Comitê de Controle e Cuidados em relação ao Novo Coronavírus, instituído, por sua vez, em 12 de março de 2020, através da portaria GR Nº 4369 da Reitoria da UFSCar.Esse coletivo conformou-se em grupo de discussão de forma rápida e emergencial via redes sociais. Houve um diagnóstico epidemiológico, social e político sobre os possíveis impactos imediatos a médio e longo prazo. Neste diagnóstico foi consenso que havia em circulação muitas notícias falsas sobre a Covid-19 e uma dificuldade evidente de organização de informações oficiais e científicas, dificultando sua interpretação, análise crítica e acesso da população geral.Nesse contexto, foi proposto a construção de um Plano de Comunicação Social em relação à Covid-19 que apoiasse o trabalho da Comissão de Controle e Cuidados em relação ao Novo Coronavírus, no âmbito da UFSCar promovendo, portanto, a organização de informações de qualidade científica para acesso da população geral e da própria comunidade universitária da UFSCar.
Desse modo inicia-se a Proposta de Comunicação Social relacionada à Covid-19 chamada InformaSUS-UFSCar. Equipes temáticas estão articuladas em áreas específicas para a pesquisa, organização, checagem e produção de conteúdos para imprensa, internet e mídias sociais, qualificando assim as informações disponibilizadas ao público e auxiliando no controle da pandemia e ao combate de notícias falsas.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2020 — 2022
Ações articuladas de apoio à rede municipal de saúde de São Carlos no contexto da pandemia por covid-19
Trata-se de uma atividade que teve início em abril/2020, após as medidas iniciais de distanciamento social e sanitárias adotadas pelo nosso país, consequentemente no município de São Carlos.
Vinculada ao Programa Saúde Mental em ação, um grupo de docentes, estudantes e profissionais de saúde, envolvido atualmente com elaboração de ações de apoio ao combate do Covid-19, trabalhou numa proposta de 3 etapas: 1) mapeamento de necessidades dos trabalhadores, 2) mapeamento de materiais disponíveis que auxiliassem a responder as necessidades elencadas, 3) planejamento de ações em parceria com município para ?atacar? tais necessidades.
Uma frente bastante importante deste projeto é a Saúde Mental e para nossa ação, especialmente, a saúde mental do trabalhador.
Tendo em vista o impacto que a pandemia pode gerar na saúde mental da comunidade, uma das ações prioritárias deste grupo é o Apoio aos trabalhadores da rede ampliada de saúde mental (Atenção primária à saúde, CAPS e hospital) para a gestão da crise de saúde mental coletiva. Por isso, o formulário (etapa 1) visou levantar demandas e necessidades sentidas pelas equipes no que tange as questões de saúde mental relacionadas a pandemia. Exemplo: "Para que esta ação de apoio tenha maiores possibilidades de ser incorporada ao cotidiano das equipes e reflita as reais necessidades sentidas por vocês, trabalhadores, na linha de frente da assistência, pedimos a participação das equipes (neste momento daquelas participantes do PET Inter) para nos ajudar, elencando temas e as necessidades de apoio que as equipes definiram como prioritárias."
Elaboramos um formulário online para que possam expor sua opinião a respeito. Cada fala foi valorizada e auxiliará no planejamento de ações futuras. Pensamos que estas prioridades elencadas poderão gerar alguns produtos: organização de atividades virtuais (vídeos), elaboração de materiais e outras ações de formação e de apoio.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2022 — 2023
Ciclo de diálogos, reflexões e articulações em saúde mental
A proposta desta atividade de capacitação de profissionais da Saúde Mental está articulada ao projeto de estágio curricular obrigatório ofertado por mim no curso de Psicologia (ATENÇÃO PSICOSSOCIAL NA RAPS de São Carlos). Em reuniões periódicas com preceptores e estudantes identificamos necessidades nascidas da práxis da assistência em saúde mental nos 3 CAPS do município, e o grupo de atores avaliou como importante que o estágio pudesse sistematizar a contrapartida formativa que a universidade poderia oferecer a RAPS. As equipes dos CAPS (bem como os estudantes) observaram lacunas teóricas e técnicas para ofertar com maior excelência algumas intervenções. Desta forma desenhamos inicialmente um ciclo de capacitação que visa abranger 3 temas prioritários definidos por tais atores, com potencial de maior abrangência ao longo do tempo e a partir de avaliações iniciais das estratégias de capacitação. Foram definidas 3 datas para realização de oficinas de capacitação em 3 temáticas, a saber: Suicídio, VIOLÊNCIA/ABUSO SEXUAL e de GÊNERO, DIAGNÓSTICO EM SAÚDE MENTAL. As oficinas serão elaboradas, planejadas e executadas pela equipe do estágio, e terão como estrutura etapas de compartilhamento de informação qualificadas e atualizadas, apresentação de conceitos fundamentais, momento de vivência e compartilhamento da práxis cotidiana, pactos e encaminhamentos de melhorias na articulação dos 3 CAPS e da assistência oferecida.
EXTENSAO
EM ANDAMENTO
Coordenador
2022 — Atual
RESIDÊNCIAS MULTIPROFISSIONAIS E UNIPROFISSIONAIS EM SAÚDE DA UFSCar
A aliança entre trabalho e formação, a construção de processos de Educação Permanente em Saúde (EPS), a consolidação de redes de cooperação e, principalmente, o reconhecimento de que tanto os processos de formação como os de trabalho produzem conhecimentos técnicos e políticos, são princípios que balizam um compromisso social das instituições formadoras e uma nova participação do Sistema Única de Saúde (SUS) na formação de profissionais da saúde.Os Programas de Residência Multiprofissional e Uniprofissional em Saúde constituem ensino de pós-graduação lato sensu e se destinam as profissões da saúde e correlatas, sob forma de curso de especialização modalidade residência caracterizado por capacitação em serviço, sob a orientação de profissionais vinculados a instituições formadoras e respectivas parcerias com gestores de saúde.Constitui-se como padrão-ouro no processo formativo, sendo a via preferencial na pós-graduação na modalidade de formação em serviço em Saúde para a exercício profissional, com regulação estabelecida pela Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde - CNRMS e pelas confederadas comissões estaduais (CODEMU) e locais (COREMU).Considerando o papel da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar na formação em saúde para o Estado de São Paulo e para o Brasil, bem como sua articulação com o Sistema Único de Saúde, este Programa de Extensão Universitária visa apoiar o processo de implementação das Residências Multiprofissionais e Uniprofissional em Saúde na UFSCar, por meio da inserção docente e discente em atividades regularmente estabelecidas para este fim, gerenciadas pela Comissão de Residência Multiprofissional desta Universidade, a COREMU/UFSCar.Publico Alvo:1) profissionais de saúde graduados em cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação em Instituições de Ensino Superior (públicas, privadas, filantrópicas ou de natureza mista) brasileiras, cujas carreiras em saúde são reconhecidas pela Lei n11.129 de 2005, devidamente registrados nos respectivos Conselhos profissionais, por meio de suas representações confederadas estaduais; recrutados por meio de Processo Seletivo Público para ingresso em Programa de Residência em Saúde, de acordo com regulamentações em vigor.2) Professores Universitários e Técnicos Administrativos do quadro de pessoal da União, Estados ou Municípios, vinculados formalmente aos Programas de Residência credenciados pelo Ministério da Educação e/ou Ministério da Saúde e que possuam atuação na Universidade Federal de São Carlos ou instituições que possuam relação de parceria interinstitucional legalmente constituída.3) Profissionais de saúde, colaboradores dos processos formativos da Universidade Federal de São Carlos ou instituições que possuam relação de parceria legalmente constituída com esta Universidade, desempenhando papel de preceptoria, tutoria ou supervisão acadêmica.4) usuários do SUS que sejam direta ou indiretamente beneficiados com as práticas de saúde ofertadas pelos programas de residência
OUTRA
CONCLUIDO
2022 — 2023
PET Saúde Mental São Carlos
O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde) Gestão e Assistência, que tem como foco a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é um projeto da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Carlos , Departamento Regional de Saúde de Araraquara - DRS III, Hospital Universitário/EBSERH e Santa Casa de Misericórdia de São Carlos. Dentro do PET-Saúde existem 05 grupos de trabalho, sendo 03 grupos de assistência e 02 grupos de gestão.O PET tem como objetivo desenvolver ações de educação pelo trabalho para saúde visando o fortalecimento do processo de integração ensino-serviço-comunidade. Além disso, o objetivo do eixo gestão é participar do planejamento, divulgação e realização da Conferência Municipal de Saúde Mental, apoiar e monitorar a implementação e desenvolvimento das diretrizes/ações definidas e priorizadas nas Conferências de Saúde Mental; participar/apoiar ações de planejamento, credenciamento, monitoramento e qualificação da RAPS junto ao DRSIII ; problematizar junto aos profissionais a compreensão da dimensão da saúde mental no cuidado integral em saúde; apoiar a implementação da política de saúde mental da UFSCar, entre outros.
OUTRA
CONCLUIDO
2022 — 2023
PET Saúde Mental São Carlos
O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde) Gestão e Assistência, que tem como foco a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é um projeto da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Carlos , Departamento Regional de Saúde de Araraquara - DRS III, Hospital Universitário/EBSERH e Santa Casa de Misericórdia de São Carlos. Dentro do PET-Saúde existem 05 grupos de trabalho, sendo 03 grupos de assistência e 02 grupos de gestão.O PET tem como objetivo desenvolver ações de educação pelo trabalho para saúde visando o fortalecimento do processo de integração ensino-serviço-comunidade. Além disso, o objetivo do eixo gestão é participar do planejamento, divulgação e realização da Conferência Municipal de Saúde Mental, apoiar e monitorar a implementação e desenvolvimento das diretrizes/ações definidas e priorizadas nas Conferências de Saúde Mental; participar/apoiar ações de planejamento, credenciamento, monitoramento e qualificação da RAPS junto ao DRSIII ; problematizar junto aos profissionais a compreensão da dimensão da saúde mental no cuidado integral em saúde; apoiar a implementação da política de saúde mental da UFSCar, entre outros.
EXTENSAO
CONCLUIDO
2022 — 2023
PET Saúde Mental São Carlos
O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde) Gestão e Assistência, que tem como foco a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é um projeto da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Carlos , Departamento Regional de Saúde de Araraquara - DRS III, Hospital Universitário/EBSERH e Santa Casa de Misericórdia de São Carlos. Dentro do PET-Saúde existem 05 grupos de trabalho, sendo 03 grupos de assistência e 02 grupos de gestão.O PET tem como objetivo desenvolver ações de educação pelo trabalho para saúde visando o fortalecimento do processo de integração ensino-serviço-comunidade. Além disso, o objetivo do eixo gestão é participar do planejamento, divulgação e realização da Conferência Municipal de Saúde Mental, apoiar e monitorar a implementação e desenvolvimento das diretrizes/ações definidas e priorizadas nas Conferências de Saúde Mental; participar/apoiar ações de planejamento, credenciamento, monitoramento e qualificação da RAPS junto ao DRSIII ; problematizar junto aos profissionais a compreensão da dimensão da saúde mental no cuidado integral em saúde; apoiar a implementação da política de saúde mental da UFSCar, entre outros.
EXTENSAO
EM ANDAMENTO
Coordenador
2023 — Atual
Práxis em Saúde Mental na RAPS local
Esta proposta visa promover e articular ações de saúde mental em pontos específicos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) local, a saber: Centros de Atenção Psicossocial do município (CAPS ad, CAPS ij) e uma Unidade Básica de Saúde (Santa Felicia).O município de São Carlos apresenta fragilidades importantes na resposta eficaz às demandas de saúde mental, considerando a responsabilidade social da UFSCar e as diretrizes para as parcerias ensino-serviço, desejamos com esta proposta apoiar a oferta de ações de cuidado em saúde mental, colaborar no fortalecimento da parceria ensino-serviço e ofertar espaços potentes e protegidos para a formação de estudantes de psicologia nos cenários do SUS.O desenho de inserir equipamentos da atenção especializada (CAPS) e da atenção básica (UBS) justifica-se no sentido de fortalecer o Cuidado Integral e em Rede, pois existem inúmeras demandas de SM identificadas na AB que não conseguem ser acolhidas pelos equipamentos da atenção estratégica. Além disso, o desenho permite que estudantes possam vivenciar o modelo de apoio matricial, para além das ações assistenciais previstas em CAPS.O conjunto de atividades será definido a partir das especificidades de cada ponto da RAPS, em conjunto com atores participantes 9coordenação do projeto, estudantes, gestores e profissionais parceiros da secretaria municipal de saúde e respectivos equipamentos de saúde). As atividades terão como foco o cuidado em saúde mental e também o apoio à capacitação das equipes dos CAPS e da UBS. As atividades des estudantes serão acompanhadas semanalmente pela coordenação do projeto, e também apoiadas pelos profissionais psi dos equipamentos de saúde.
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2020 — 2021
Acolhimento em saúde mental e partilha de vivências no contexto da pandemia por COVID-19
Para a oferta desta proposta consideramos o conjunto de mudanças provocadas pelo distanciamento social e suspensão das atividades acadêmicas presenciais, incertezas, perdas e frustrações de expectativas provocados pela pandemia por covid19, agravada pela persistência no tempo de medidas de restrição e distanciamento social, além das fragilidades das políticas de saúde, direitos sociais e econômicas que aumentaram um conjunto de vulnerabilidades à diferentes populações, sendo nosso foco, em especial as(os) universitárias(os). Afirmamos a relevância de ofertar espaços de fala e construção coletiva e dialogada de formas de enfrentamento e ressignificação do cotidiano, de perdas, inseguranças, sofrimentos e planos de futuro deste grupo populacional. Desta forma, o presente projeto, vinculado ao edital PIAPE /ProACE no 01/2021, objetiva propiciar um espaço de acolhimento em Saúde Mental, escuta ampliada e diálogo entre discentes da graduação da UFSCar, a partir de grupos focais semanais realizados na modalidade online. O dispositivo do grupo focal permite que nos primeiros encontros as demandas mais significativas sejam levantadas, e em encontros posteriores tais demandas poderão ser elaboradas e trabalhadas na dimensão psicossocial. Pretende-se ofertar este dispositivo de cuidado coletivo em frequência semanal num primeiro momento (2 encontros), e quinzenal posteriormente (6 encontros), ofertando dois grupos com 10 participantes cada, totalizando 20 vagas. Por se tratar de uma atividade online, há possibilidade de inclusão de estudantes com deficiência física, com exceção das deficiências visuais e auditivas, porque a equipe de trabalho tem limitações técnicas com a linguagem de sinais e recursos de áudio descrição. Os encontros grupais deverão ser organizados no formato de grupo focal, com duração de 2h, no período de 19 de abril a 19 de agosto de 2021. A atividade seguirá as recomendações éticas previstas pelo Conselho Federal de Psicologia e as recomendações éticas do CONEP. Destacamos ainda que se trata de uma reoferta, pois em 2020 fizemos a primeira experiência (via PIAPE) com este tipo de dispositivo grupal de forma remota, e os resultados foram positivos tanto para as(os) estudantes acolhidas(os) quanto para a equipe de trabalho. Destacamos como resultados a eficácia em acolher participantes em situação de ansiedade, de prejuízo com a manutenção dos compromissos acadêmicos, necessidades de reconstrução de vínculos e papéis familiares pelas mudanças de rotina no isolamento social e a "volta inesperada para casa dos pais"; e situações de luto pela covid19. Também apontamos os ganhos de aprendizagem de manejo grupal remoto pela equipe de trabalho
PESQUISA
EM ANDAMENTO
Coordenador
2023 — Atual
Investigação em Tecnologias de Cuidado em Saúde Mental
Considerando os desafios vinculados ao processo de compreender atuar com processos de sofrimento psiquico em diferentes pontos de atenção da Rede de Atenção Psicossocial, consideramos fundamental investigações pautadas na realidade dos serviços de saúde envolvendo usuários do SUS e profisisonais de saúde.
PESQUISA
EM ANDAMENTO
Coordenador
2024 — Atual
Tecnologias sociais e de saúde para o enfrentamento das iniquidades de gênero, raça e classe no campo da formação e assistência em saúde no SUS
Trata-se de projeto de pesquisa atendido na chamada CNPq N 21/2023 - Faixa B - Estudos Primários e Originais. Estudos transdisciplinares em saúde coletiva com duração prevista de 36 meses. A pandemia de covid-19 ampliou as desiguais e vulnerabilidades que interferem na saúde da população e estas devem ser pensadas na interseccionalidade. Por outro lado, o contexto pandêmico também trouxe dificuldades aos processos de trabalho dos serviços de atenção primária (APS), serviços esses que lidam e atuam mais diretamente com tais populações vulnerabilizadas. Assim, há a necessidade de novas estratégias tecnológicas para a capacitação profissional para lidar com essas desigualdades e as novas vulnerabilidades. Assim, uma pergunta se impõe: quais seriam as estratégias tecnológicas inovadoras do campo da educação em saúde na APS que consigam impactar a qualidade da atenção à saúde, considerando as vulnerabilidades na perspectiva dessas interseccionalidades? O objetivo desse Página 5 / 9 estudo é produzir estratégias de qualificação para a formação e atuação profissional na APS/SUS, que tenham como finalidade impactar o acesso e qualidade de atenção à saúde, considerando as vulnerabilidades, em especial, aquelas relacionadas às questões de raça/cor, gênero, violência e saúde mental. Metodologicamente, propõe-se uma pesquisa qualitativa do tipo pesquisa-ação, realizada em 03 municípios do interior do Estado São Paulo de diferentes portes e complexidades. Os sujeitos da pesquisa serão diferentes mulheres com alguma vinculação com o SUS e APS: profissionais de saúde que atuam nos serviços de saúde; médicas que atuam no Programa Mais Médicos; usuárias da APS/SUS nos cenários definidos da pesquisa; mulheres vinculadas a movimentos sociais nos cenários de pesquisa; profissionais de saúde responsáveis pela Educação Permanente em Saúde; pós-graduandas/os (matriculada/os ou egressas/os de mestrados profissionais, de residência médica e multiprofissional em saúde); gestores da APS dos municípios participantes da pesquisa; articuladores da atenção básica dos respectivos DRS participante; profissionais do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF-AB)e das e-multi na APS..
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2024 — 2024
Capacitação de profissionais de saúde e gestores locais para construção de linha de cuidado em álcool e outras drogas
A inserção de um novo paradigma relativo às drogas efetivou um conjunto de estrutura teórica e suas práticas de cuidado que vinham sendo desenvolvidas em diferentes locais, dentre os quais estão a atenção psicossocial e a redução de danos, alinhados ao sistema público elaborado sob o campo da saúde coletiva. Conjunto este que passou a ser compreendido como paradigma psicossocial, ou da saúde coletiva, no campo das substâncias psicoativas. Observa-se desafios importantes junto a profissionais e gestores se apropriarem e aplicarem tais diretrizes teórico-práticas no campo do cuidado em Saúde Mental relativo ao uso prejudicial de substâncias psicoativas (SPA). Diante disso, propõe-se uma atividade de capacitação e construção coletiva de uma linha de cuidado em álcool e outras drogas a ser oferecida e desenvolvida junto a profissionais e gestores representantes de 6 municípios da microregião do DRS VIII de Franca=SP. Trata-se de uma atividade articulada a um projeto de pesquisa desenvolvido junto ao Programa de Pós Graduação em gestão da clínica sob minha orientação.A atividade pretende, através de oficinas com profissionais/gestores do SUS, possibilitar espaço coletivo para aprendizagens sobre Redução de Danos, planejamento e implementação de politica pública, e construção das diretrizes para uma linha de cuidado em álcool e outras drogas que deve ser implementada por estes municípios participantes.
OUTRA
CONCLUIDO
Coordenador
2017 — 2017
Discussões em Práticas de saúde e Gestão da Clínica
A Gestão da Clínica é um novo campo de produção de conhecimento, com um grande potencial de impacto pela aplicabilidade imediata das novas tecnologias e saberes voltados à melhoria da efetividade, eficiência e eficácia, a responsabilização dos profissionais e serviços, e ao estabelecimento de padrões e sistemas de qualidade e de regulação de ações e serviços de saúde no SUS. Configura a área de concentração do Programa de Pós Graduação em Gestão da Clínica (mestrado profissional), que tem como linhas de pesquisa Gestão do Cuidado, Gestão do Trabalho e Gestão da Educação. O evento proposto pretende constituir espaço de discussão qualificada sobre os avanços e desafios das áreas de Gestão da Clínica e Gestão do Trabalho no SUS, envolvendo a comunidade interna (alunos de graduação e pós graduação, docentes, técnicos da USE e DEAMO) e comunidade externa profissionais do sistema de saúde municipal. Trata-se de uma proposta de mesa redonda com 3 profissionais convidados.
A atividade está apoiada em um conceito ampliado de saúde, qual seja - processo saúde-doença como fenômeno biopsicossocial e cultural, buscando repensar a prática do cuidado em saúde em contextos comunitários e institucionais apresentando instrumentos, métodos e técnicas trabalhados pela Saúde Coletiva. A partir de reflexões desenvolvidas junto ao Programa de Pós Graduação em Gestão da Clínica - UFSCar e discussões com a comunidade interna e externa, identificou-se a necessidade de melhores aportes para a definição dos conceitos de gestão da clínica e gestão do Cuidado, pensados de forma articulada e visando tanto o aspecto clínico quanto da dimensão do trabalho em saúde.
O evento proposto visa produzir subsídios para aprofundar a discussão sobre as possibilidades de investigação científica e desenvolvimento sistematizado de praticas na direção da gestão do cuidado e gestão do trabalho no contexto do Sistema Único de Saúde. Considerando que o Programa de Pós Graduação é na modalidade de mestrado profissional, envolve um perfil de aluno que é também profissional de saúde vinculado ao SUS, neste sentido, a iniciativa d promover espeços de discussão com convidados especialistas fortalece também os equipamentos de saúde do município.
Publico Alvo:
alunos de pós graduação (PPGGC e outros), docentes (PPGGC e outros), alunos de graduação, técnicos servidores da USE e DEAMO, profissionais de saúde vinculados ao SUS de São Carlos e região.
PESQUISA
CONCLUIDO
Coordenador
2012 — 2013
Integralidade e cuidado na Atenção Primária a Saúde. Proposta de construção coletiva a partir da Educação Permanente em Saúde (EPS)
Proposta de pesquisa-intervenção que busca investigar, problematizar e intervir sobre as práticas de cuidado na atenção primária à saúde considerando os marcos teóricos da Psicologia Social Crítica e da Saúde Coletiva. Partimos de um material preliminar, uma cartilha de orientações previamente construída em estudo desenvolvido por Ayres e colaboradores (2011), Caminhos da integralidade: cartilha de orientações e propostas de intervenção em atenção primária: focando o princípio da Integralidade a partir de 4 eixos - necessidades, finalidades, articulações, interações - e sua relação com a organização do serviço. Apoiado em uma metodologia ativa participante, o trabalho visa desenvolver junto à equipe multiprofissional de uma Unidade Básica de Saúde, espaços de vivência e reflexão sobre o cuidado ao grupo populacional referido, no formato de oficinas de Educação Permanente em Saúde (EPS) para profissionais de saúde. Busca-se como resultados o aprimoramento e legitimação de material orientador (cartilha) e mediador da construção de um cuidado pautado na integralidade, o fortalecimento dos vínculos entre a equipe de saúde e o grupo alvo do cuidado e a promoção de dispositivos favoráveis à valorização da dimensão intersubjetiva no processo de trabalho em saúde.
EXTENSAO
EM ANDAMENTO
Coordenador
2024 — Atual
Processo 23112.017173/2024-81 - Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (DGPSUS): facilitação do processo de ensino-aprendizagem e apoio no desenvolvimento de intervenções em contextos loco-regionais
BJETIVO GERAL:Promover ações de formação de gestores de programas de residências e de preceptores de saúde para constituição, operacionalização e efetivação de programas de residência em saúde.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1) Facilitar a construção de Projetos de Intervenção, pelos participantes das iniciativas educacionais, por meio do compartilhamento de dispositivos pedagógicos/metodológicos, em busca do fortalecimento dos programas de residência em saúde;2) Favorecer a articulação entre ensino-serviços-comunidade no SUS;3) Monitorar e avaliar as iniciativas educacionais e os produtos das ações, com destaque para o projeto de intervenção;4) Participar do processo de educação permanente que o IEP/HSL oferece aos AFa;5) Favorecer a disseminação dos conhecimentos pedagógicos e metodológicos vivenciados em outros processos de formação da UFSCar;6) Contribuir com o fortalecimento da gestão dos programas de residência da UFSCar..
EXTENSAO
CONCLUIDO
Coordenador
2018 — 2020
Gestão da Clínica no SUS: educação permanente de profissionais de saúde
Considerando-se o desenvolvimento permanente do Sistema Único de Saúde - SUS, a atividade de extensão de Educação Permanente em Gestão da Clínica no SUS tem por objetivo geral a ampliação da eficiência operacional e da racionalização de custos nas redes de saúde do SUS, com vistas à melhoria da qualidade do cuidado à saúde das pessoas por meio da incorporação de avanços tecnológico-científicos das áreas de gestão, de cuidado e de educação na saúde.
O objetivo específico está voltado à educação permanente de profissionais de saúde visando a incorporação e o desenvolvimento da gestão da clínica nos serviços de saúde do SUS, participantes dessa iniciativa educacional.
O percurso metodológico inclui ações de: (i) educação permanente de profissionais do setor saúde para a utilização de tecnologias de gestão da clínica; (ii) avaliação de processos, produtos e resultados; (iii) divulgação da avaliação.
A facilitação de processos de educação permanente envolve atividades educacionais com os profissionais de saúde participantes. São empregadas metodologias ativas de ensino-aprendizagem e avaliação formativa e orientada por competência, tanto em encontros presenciais como de educação a distância ? EAD. Os participantes produzem, ao final da formação, trabalhos de conclusão de curso e projetos de intervenção na realidade do SUS local, com foco na gestão da clínica. Estes projetos são construídos, a partir da proposta do Planejamento Estratégico Situacional, com vistas a dialogar com as reais necessidades de intervenção na realidade.